O município de São Cristóvão do Sul conquistou destaque no Summit Cidades 2026, realizado em Florianópolis, ao ter o projeto "Memórias do Encruzo" selecion...
Início os pensamentos dessa semana com alegria. Sim com alegria mesmo em plena pandemia. Em viagens recentes, a alegria de ver a expansão dos atacadistas e varejistas no ramo de supermercados de venda de alimentos. Ver em todas as cidades erguendo grandes investimentos na área. Ver que em todos eles tem muitas pessoas comprando, ver que os cuidados sim tem que serem tomados sempre, mas isso não impede de sairmos e realizar nossa compras. A economia agradece sempre.
Nos parece que há uma disputa interna (como se não houvesse rsrsrsrs) entre os supermercadistas de varejo e atacado e quem ganha com isso é a economia local e a população que tem mais alternativas de escolha.
A escolha é a palavra chave da economia de qualquer localidade que busca um crescimento econômico e de preferência diversificado.
Não é de hoje que comento que não vejo com bons olhos quando um município se empenha politicamente em se vender para a região como capital. Capital disso, capital daquilo. E porque não vendem com o mesmo ânimo de ser capital da diversidade econômica.
As crises nos setores estão sempre prontas para aparecer e não avisam antes, são bem ousadas. Nesse momento de pandemia pensemos todos nas capitais de turismo e de visitação de povos de outras regiões que foram impedidos disso. Regiões que foram impedidas de eventos, grandes eventos que davam retornos excelentes para a população com entretenimento e para a economia do município com a chegada de pessoas e com isso ganha hotéis, ganha postos de combustível, ganha restaurantes. Pois é, todos ficaram fechados por um tempo e acharam outras alternativas de renda.
Acredito que a pior pandemia é a pandemia de ficar parado esperando ver como fica e quando voltará ao normal. Que normal? Não está claro o novo normal. Por favor alguém tome a liberdade e belisque o colega que ainda não viu que a Covid revisou todos os nossos pensamentos e as ações a serem tomadas de 2020 em diante.
Muito disseram e eu também em alguns momentos contribui em dizer que o 2020 não deveria ter ocorrido. Claro que não, se olhar o lado saúde e as vidas ceifadas. Mas para tirarmos de nossa tranquilidade, de nos tirar do “deitado eternamente em berços esplêndidos”, não deu mais, ou arregaçamos as mangas e lutamos ou ficamos para apagar a luz ao sair.
Que bom e parabéns a ousadia dos empresários que mudaram seus caminhos e continuam gerando empregos mesmo em crise. Parabéns aos colaboradores que não ficaram esperando a crise passar e foram estudar a distância, foram ampliar seus conhecimentos da maneira que tem para o momento.
ECONOMIZANDO, parado fica poste e mesmo assim conduz energia para os outros brilharem. E nós, conduzimos energia? Ou servimos como isolante? Para pensarmos.
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