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Amigos penso que uma das notícias que mais tem sacudido a população nos últimos meses seja os desenfreados ajustes nos preços dos combustíveis. Pois é, passou de R$ 6,00 o litro para nós consumidores na bomba. Cabe aqui pensarmos o quanto nós consumidores pagamos por isso. Fazendo uma pequena análise de forma prática.
Os postos compram das distribuidoras com 6 (seis) dígitos após a virgula na nota fiscal. Ou seja, para entendermos temos que deixar a calculadora de forma F (Flutuante) ou não conseguimos entender a forma de arredondamento. Na bomba é colocado o preço com três casas após a vírgula e nos vendem com duas casas após a vírgula. Mas por favor os Postos estão seguindo a legislação local e não tem culpa dos cálculos demonstrativos que seguem:
Preço litros total
5,895346 15000 88.430,19
5,90 15000 88.500,00
diferença 69,81
Numa conta simples a cada 15.000 litros nos é tirado quase 70,00 apenas com arredondamento de casas e agora ainda como se não fosse o suficiente aumentos praticamente semanais. Mas por favor 15.000 litros é muito para mim vou anos para utilizar essa quantidade, mas para um posto de combustível isso é no mínimo por semana o que dar em torno de 5 cargas por mês nessa quantidade. A população sempre perdendo.
A culpa é diluída entre Petrobrás, agora falam que as “lives” do Presidente, que a culpa é da CPI que não cumpriu exatamente o proposto, a culta é das distribuidoras, a culpa é do preço do Dólar. . . . entre outras coisas expostas na imprensa para justificar o que está sendo feito com o consumidor. Esse nome consumidor final dói muito em todos nós. O custo da extração do petróleo e os impostos que acarretam, vai para a refinadora que agrega impostos para a distribuidora e mais o frete, a distribuidora agrega impostos e o frete para os postos que agregam seus impostos e os fretes para o consumidor final que assume todos os impostos e fretes por ser o “final”. Realmente enquanto não sair a reforma administrativa (que penso que irá reduzir custos) não sai a reforma tributária para pagar os custos administrativos. Todas as propostas que vi estão propondo mudanças de nomes dos tributos e unindo vários deles, mas a arrecadação é a mesma e a incidência a mesma para que possa pagar o gasto público cada vez mais ampliado.
Ouvi notícias que caminhões ameaçam estacionar mais um período, aí o CAOS novamente no país, se for prudente a informação aguardemos mais custos para repassar com os prejuízos que forem ocasionados com a parada. Ministro da Economia já está sendo rifado pela imprensa que já noticiou sua saída, porque seus assessores diretos saíram em debandada do Ministério pois não estão querendo entrar nessa de reduzir tetos de gastos para pagar ajuda social. Reduzir custos com os poderes não dá para falar a culpa é dos repasses sociais a comunidades
carentes.
ECONOMIZANDO temos certeza que está difícil, mas precisamos lutar sempre, parar é pior. A urna é uma grande arma sempre em nossas mãos.
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